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Linha esquerda

Blog mais virado para a política, tudo feito pelo telemóvel, perdão pelas gaffes. Mas algo para lerem nos transportes públicos ou onde quiserem. Leitura sempre rápida!

Linha esquerda

10
Nov18

A nossa perceção


Raf


Boas, neste blogue vou tentar explicar do meu ponto de vista, como a maioria do cidadão se situa e visualiza o mundo á nossa volta. Dizem que o quanto mais velhos nos tornamos mais conservadoras são as nossas reações á exposição de algo novo. Nós e alguns países somos exceção á regra pois os nossos patriarcas viveram em tempo de ditadura e conseguem ter o discernimento do quanto perigoso se pode tornar a autoridade conservadora e a relutância a mudanças politicas, resumindo ainda se respiram os ares de Abril. 

Graças a batalhas ganhas por verdadeiros heróis, não fomos totalmente engolidos por medidas socio económicas dos EUA nos 70s, e para um bem necessário a visão totalitária da União Soviética, foi um encontro entre neutralidade e resistência a influencias de 2 mundos. O legado português.

Isto foi o prologo para o que se tornou a nossa ideia do mundo, temos a perceção que somos pequenos em estratégia geo politica e tamanho de fronteira, algo que fere o ego, mas universalmente aceite.
O que começa a turvar e distanciar, o nosso potencial para ser mais, é a ideia que a união não nos beneficia, caímos nas rasteiras do neo liberalismo, não oferecemos muita luta, pois o dinheiro era muito, mas em contrapartida vendemos a nossa identidade, historia e liberdade de escolha.

Já nos encontramos em fase avançada de programação, a mão invisível apanhou todos os setores, desde a imprensa ao “pequeno” cidadão. Para me explicar melhor, não se trata de uma teoria da conspiração mas sim uma constatação de factos, o apodrecimento da uva, foi gerido de maneira uniforme e ganancioso, para ganho pessoal de poucos.

O vinho esta feito, mas a luta continua.