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Bem Vindos! Blogue de poesia, desfrutem! Welcome! Poetry blog, enjoy your stay!

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O monstro apaga as luzes

Na sua mente

Destruição, é uma maneira

De tomar posse

A pele deve enrugar de tanto banho

As lágrimas servem de poção

Diria mais veneno! 

Mas assim fica

Doido sem liberdade

Preso na jaula

Dentro da aura uma luz inacabada

 

Será o sofrimento da carne

O suficiente para absolvição?

Será nosso trabalho, mostrar a luz?

Pois este poeta não sabe

A cada palavra, uma lágrima

A cada dia, uma dor insuportável

Digam me!

Como lidar com o estragado

O sujidade que os traumas vendem

 

Estará a resposta no silêncio?

No conformismo

Ou no simples ato de esquecer?

Estou desorganizado

Não encontro a minha liberdade

A liberdade de perdoar

A liberdade de me 

Perdoar a mim mesmo

Os sonhos são altos

Mas a queda pode ser maior

 

Pois assim me encontro

No dilema de ter que me 

Auto sustentar

Mas viver uma dor

Que não devia ser minha.

 

A triste realidade, 09/05/2019

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