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Linha esquerda

Blog mais virado para a política, com alguns comentários mais cómicos, tudo feito pelo telemóvel, perdão pelas gaffes. Mas algo para lerem nos transportes públicos ou onde quiserem. Leitura sempre rápida!

Linha esquerda

12
Ago18

E no privado não se come?


Raf


Boas, hoje vou escrever sobre um assunto que acho pertinente. A falta de apoio aos trabalhadores do setor privado, sim temos sindicatos que nos apoiam, mas nesta área a população não está unida. Não remam todos pelo mesmo, está muito dividida, é também negligenciada pelas forças políticas. Os acordos do governo com os patrões são injustos, os salários praticados são cómicos, horas extra, contratos de trabalho de 6 meses entre outros problemas, faz a mim e muitos outros pensar que não partilhamos o mesmo.
Vamos agora a alguns números que se refletem no bloco de votantes, e o porque achar que as forças políticas se deviam Intrometer no setor privado.
Em Portugal temos por volta de 9 milhões de cidadãos com registo eleitoral para votar. Abstenção de 4.5 milhões de acordo com pordata.pt, por volta de 600mil funcionários públicos, com 7% de desemprego, olha fazendo as contas retirando os que trabalham por conta própria, é uma grande fatia de cidadãos a trabalhar no privado, com o lesivo que já mencionei.
Não quero abrir guerra com a função pública, onde "tachos" vão e vêm após ciclos eleitorais onde também fica muito difícil entrar sem as tais "cunhas".
Quero apenas uma mão mais firme no nosso setor privado, sim o público também sofre, mas o governo recebe o meu repúdio, por venderem o cidadão comum ao sindicato patronal, aí posso fazer meia culpa, nós não nos unimos e os sindicatos têm dificuldade em nos encontrar e apoiar. O "cada um por si" prejudica muito o processo.
Nem sinto necessidade de explicar que setor mais vota durante as eleições, este bloco é estudado e está sempre na mente das forças políticas.
Temos de contrariar o sistema! Fazer o nosso voto chegar ao parlamento, ou senão a situação vai piorar. O setor público já tem uma boa almofada com sindicatos fortes. É a nossa vez de demonstrar que também queremos 35 horas de trabalho, melhoria de trabalho isenções e tratamento mais humano.
A união faz a força!
Boa tarde

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