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Linha esquerda

Blog virado para filosofia, consciência política e poesia, escrevo em inglês e português. Tudo feito pelo telemóvel, perdão pelas gaffes. Bem-vindos.

Linha esquerda

24
Dez18

Inveja? Se calhar


Raf

Boas, direto ao assunto tenho que comentar que sinto “inveja” da “direita”, não ideologicamente, mas da maneira que entre eles, até os extremistas, encontram abrigo na sua retórica politica, sendo absorvidos.

Pode parecer estranho comentar isto, com a “geringonça” no poder, mas sinto que a esquerda está muito fraturada e não encontra consenso entre ideias. A falta de apoio e deboche que assisto por parte de partidários e até simpatizantes do mesmo espectro é aberrante.

Pode ser porque contém mais camadas de rebeldia historica e ai peça um maior esforço para união, mas isto não apaga o facto de existir tiros ao alvo entre esquerdistas.

Escrevo isto sobre Portugal, Europa está igual, uma viagem para Franca pinta muito bem o que digo, é só olhar para o egoísmo de Mácron, que coloca Le Penn muito perto do poder.

A realidade é que a esquerda, tem historial suficiente para se unir, as guerras internas de como interpretar Marx, ou como construir uma revolução já passaram. A personalidade esta cimentada, o grande legado e identidade de como agir e exercitar os direitos fundamentais estao á nossa frente.

O comportamento dos governantes espelham, na população confusão e receio, pois não encontram uma casa de voto definitiva para as suas ideias. A questão não é o numero de partidos ou iniciativas, quanto mais melhor! A questão que não tem resposta, é o porque de não existir entre ajuda, mas sim conflitos dentro da casa que devia promover causas semelhantes.

Como uma corrida olímpica perdida, acho que o bastão não foi bem entregue para a nova geração, e estamos longe de objetivos prioritários.
E quem beneficia com estes deslizes? Os que não importam de se vender por votos, os que atrasam o progresso social, os que sem problemas de consciência convidam extremistas para as suas filiais.

Não digo que se trata de uma batalha entre o bem e o mal, mas sim entre ideias de como seguir caminho.
Na qual todos apresentam os seus argumentos, uns parecem fazer de maneira mais efetiva e plural.

Apresentem se! Não se sintam intimidados de falar, apoiem! Pois apontar o dedo á nossa casa é contra produtivo.

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