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Linha esquerda

Blog mais virado para a política, tudo feito pelo telemóvel, perdão pelas gaffes. Mas algo para lerem nos transportes públicos ou onde quiserem. Leitura sempre rápida!

Linha esquerda

28
Out18

Lutem


Raf

 

Boas, este blogue em parte se trata de um retrato da situação em que muitos trabalhadores portugueses se encontram, a precariedade e avanços tecnológicos, nos preparam para uma nova era. Mas não deixem este facto vos cegar, a geração corrente está impermeável a algum tipo de mudança drástica, será sim uma luta dos nossos netos.

 

O operário fabril, seja de que área for, não pode ser descartado de qualquer maneira, os salários não podem baixar, para aumento de lucro. Uma das filosofias principais do liberalismo clássico, compara o trabalho mal renumerado á escravatura, pode parecer uma afirmação forte, mas em contexto é bem usada.

 

Não interessa se o patrão é bom para mim, se o patrão de alguma maneira é coercivo a pedir tarefas, pede para movimentar o máximo de produção, dificulta a entrada de sindicatos, e repreende quem se intromete na luta, visando o seu bolso, que faz de nós?

 

As empresas oligarcas de produção em Portugal (e as estrangeiras também), tem seguido um modelo danoso para todos, com fechos de fabricas ou postos de trabalho, simplesmente porque lucram mais em praticar offshore outsourcing, é de uma gula incrível e prejudica a maioria do cidadão comum pois, destroem orçamentos familiares, e levam famílias ao desespero.

 

Não existe desculpa para o tratamento feito e a propaganda falsa de que os sectores que exigem mão de obra física estão em crise.

As ultimas concessões de empresas publicas para o privado, despiram por completo o fator segurança aos trabalhadores e entregou a criminosos o poder de praticas no mínimo, imorais! São postos a fechar, bullying contratuais e pouco espaço de manobra sindical.

Agora falo diretamente para o operário. Não se deixem intimidar por táticas ilegais, não se afastem dos vossos direitos universais, vão até as ultimas consequências para garantir a dignidade que estas “casas de alterne” vos tiram, e na hora de votar, tenham a consciência de quem não vos deu a mão, e quem decidiu vender a vossa dignidade e bem estar, por tostões