Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Linha esquerda

Blog virado para filosofia, consciência política e poesia, escrevo em inglês e português. Tudo feito pelo telemóvel, perdão pelas gaffes. Bem-vindos.

Linha esquerda

29
Out18

Não repetir, por favor!


Raf

 

Crise não!

Não desejo relembrar a crise de 2008, que teve inicio nos EUA e espalhou se por todo o mundo, batendo fortemente na banca portuguesa, no meu ponto de vista e apesar de ter a noção que os “bail outs”, foram necessários para estancar ainda mais estragos, infelizmente, acho que não aprendemos nenhuma lição.

 

Penas de prisão a Ricardo Salgado, João Rendeiro, Dias Loureiro, Jardim Goncalves e companhia não existiram, afinal foram fantasmas que levaram o pais á banca rota? Estes indivíduos foram sim galardoados financeiramente, com dinheiro publico.

 

Esta crise só não foi idêntica á catástrofe de 1930, porque passávamos por um período longo de estabilidade e prosperidade financeira (ou pensávamos). A bolha arrebentará novamente se não pararmos de injetar sem medidas estudadas, capital aos bancos portugueses, em vez de passar legislação de controle apertado.

 

Com um governo de Passos Coelho e Paulo Portas no poder, foram leiloados e privatizados como se a feira da ladra tratasse, propriedade e empresas publicas. Foi um processo que provou ser um desastre na longa caminhada, prova disto vem o novo estudo do FMI que aponta Portugal como uma das nações com menor investimento financeiro. E menor propriedade pública em mão. 

 

Entramos em uma nova era, posso criticar como foram levadas a cabo as negociações com a Troika, mas também quero revistar os motivos de tanta divida publica e as decisões irracionais que tanto nos prejudicaram.

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D